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Apae-JP faz balanço de 2009 e destaca ação positiva do Governo

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 - 16:59 - Fotos: 
O Governo do Estado, através da Fundação de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad) desenvolveu em 2009 “uma atuação fantástica, com um aumento significativo na quantidade de atendimentos a pessoas portadoras de deficiências”. Foi o que disse o presidente da Associação Paraibana de Amigos de Excepcionais de João Pessoa (Apae-JP), Ivaldo Araújo, que também já foi presidente da Federação das Apaes no Estado, por várias gestões.

Ao fazer um balanço de 2009, Ivaldo disse que “foi um ano excepcional e de grandes conquistas para entidades como a Apae e Funad e para a comunidade pessoense que usa os nossos serviços. No caso da Apae-JP, atendemos 563 pessoas e chegamos a realizar com elas 70 mil procedimentos nas áreas de neurologia, fonoaldiologia, fisioterapia, psicologia, serviço social, pedagogia, psicopedagogia, terapia ocupacional e pediatria. Somente em março foram 7.120 procedimentos, sendo 2.147 em pedagogia e 1.324 em psicopedagogia, afora os demais”, acrescentou.

Perspectivas – Sobre o próximo ano, disse que a expectativa é oferecer atendimento em mais uma especialidade, a audiometria, e para tanto “estamos tentando conseguir convênios e credenciamento para poder adquirir os equipamentos e treinar o pessoal necessário. Quanto às instalações, já dispomos na nossa sede que é uma das melhores do Brasil e que fica no Bairro dos Bancários”.

Sobre as matrículas para 2010, ele informou que “já estão abertas e temos quase 300 já efetivadas, devendo chegar à casa das 600, em face da grande procura e, inclusive, com pedidos de informações pelos nossos telefones. E esse aumento só é possível graças ao apoio que temos da comunidade que faz as suas doações e das parcerias com o poder público”.

Funad – Ivaldo Araújo observou que “em termos de Paraíba, se fizermos um cálculo, colocando 16% sobre o total da população paraibana, teremos cerca de 300 mil pessoas com deficiências. E nós só temos na Paraíba, para cuidar dessas pessoas, a Funad, a Apae (com 26 unidades espalhadas pelo Estado), a Pestalozi, que está se reerguendo, e algumas outras entidades ditas filantrópicas, mas que não são coisa nenhuma porque cobram para dar assistência”.

O presidente da Apae-JP estima que atualmente existe uma faixa de mais de 200 mil pessoas carentes de assistência na Paraíba. “Portanto, estamos tentando recuperar a dignidade dos deficientes e é preciso que o Governo continue nos apoiando”, acrescentou.

Da Assessoria de Imprensa da Apae-JP