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Agentes do Presídio Feminino fazem curso de manuseio de arma e tiro

domingo, 20 de novembro de 2011 - 13:22 - Fotos:  Secom-PB

Agentes penitenciárias do presídio feminino e funcionárias da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) receberam aulas de manuseio e tiro de revólver. O curso foi ministrado pelos instrutores capitão Sérgio Fonseca, tenente Carlos Eduardo e agente penitenciário Tiago Bandeira, sob a coordenação do tenente-coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executiva de planejamento, segurança e informação da Secretaria.

Durante oito horas desse sábado (19) o curso foi divido aulas teóricas e práticas, primeiro em sala da própria Seap, depois em estande de tiro. No embasamento teórico, os participantes viram fundamentos, regras de segurança, empunhadura, manuseio e incidentes com uso de arma. O tenente-coronel Arnaldo apresentou noções da Lei 10.826, de Execuções Penais, destacando as regras para aquisição, registro, porte de arma e restrições. O capitão Sérgio ministrou a aula de regras de segurança, o tenente Carlos Eduardo abordou a estrutura e funcionamento da arma, e o agente Tiago demonstrou as técnicas de tiro.

O coordenador do curso também falou sobre a importância da concentração e total disciplina para o bom resultado em qualquer tipo de ação armada.

À tarde, a aula prática foi realizada nos estandes de tiro da cidade de Santa Rita, onde cada participante teve a oportunidade de efetuar 24 disparos. No primeiro, o disparo foi em pé em direção ao alvo na posição sul. No segundo momento, o disparou foi realizado com um dos joelhos em contato com o solo. Por último ocorreu o disparo com o atirador deitado.

O tenente Carlos Eduardo explicou sobre a preocupação que existe em capacitar as agentes penitenciárias para se protegerem: “A agente deve estar pronta para se defender e, no caso de se sentir ameaçada, estar apta para manusear a arma”. Já o instrutor Sérgio Fonseca elogiou a disciplina das agentes: “Elas reconhecem o nosso trabalho e demonstram muito interesse e dedicação”.

A diretora da Penitenciária Julia Maranhão, Cinthya Almeida, uma das alunas, avaliou o curso como proveitoso: “Nosso trabalho é de vigilância e é necessário agir na hora certa. Nos preocupamos com nossa segurança e a do presídio, aprender a atirar é uma necessidade”, ressaltou.