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29 de junho de 2017

Aesa registra maiores chuvas de junho em João Pessoa, Cabedelo e Alhandra



A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) registrou 274,6 milímetros de chuva em João Pessoa neste mês. Apesar da intensidade das precipitações, a quantidade é considerada normal, uma vez que a média histórica de junho é de 301,7 milímetros. Além disto, a previsão para esta quinta-feira (30) é de tempo instável na capital paraibana.

Cabedelo (273,5mm), Alhandra (226,9mm), Areia (155,7mm) e Cruz do Espírito Santo (146,2) completam o grupo das cinco cidades onde foram registrados os maiores índices pluviométricos de junho. Também há previsão de chuva para estas cidades.

“As condições de tempo sobre o estado da Paraíba apresentam pouca alteração com relação aos últimos dias. Os ventos que sopram próximos à superfície continuam transportando umidade do Oceano Atlântico em direção à costa leste paraibana.  Com isso, o tempo deverá permanecer instável e chuvas esparsas nas regiões do Agreste, Brejo e Litoral”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.

As fortes chuvas no Litoral provocaram o sangramento do reservatório Gramame-Mamuaba, localizado no Conde. Outro que está sangrando é o São José II, que fica na cidade de Monteiro e é o primeiro a receber as águas do rio São Francisco. Outros 36 açudes estão com mais de 20% do volume, 45 têm menos de 20% e 44 estão em situação crítica, ou seja, com menos de 5% do volume.

Monitoramento – A Sala de Situação da Aesa, também conhecida como Centro de Gestão de Situações Críticas, monitora a variação climática de forma ininterrupta em todo o Estado, possibilitando a prevenção de eventos críticos como secas e enchentes. Ela funciona em Campina Grande, onde técnicos do Governo do Estado trabalham em sistema de plantão, acompanhando em tempo real os dados enviados pelas estações meteorológicas. Estes dados estão disponíveis na internet, no site www.aesa.pb.gov.br, onde também podem ser obtidas informações sobre o nível dos açudes, autorização para uso da água bruta e o trabalho desenvolvido pelos comitês de bacias.