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124 municípios paraibanos atingiram a meta. Estado imunizou 272 mil menores de 5 anos

quinta-feira, 24 de setembro de 2009 - 17:11 - Fotos: 

A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite termina nesta sexta-feira (24). Na Paraíba, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), 272.815 das 316.674 crianças menores de 5 anos já estão imunizadas contra a paralisia infantil. Os dados oficiais mostram que o Estado vacinou 86,15% de suas crianças.

A meta é encerrar a campanha com pelo menos 95% da população-alvo imunizada. No Estado, 124 dos 223 municípios já alcançaram a meta. A vacina está disponível nas 1.000 unidades de saúde em todo o Estado.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) lembra que mesmo as crianças vacinadas na primeira etapa (em 20 de junho) devem tomar o reforço, para garantir que a doença continue erradicada no Estado e no País. O coordenador do Núcleo de Imunização da SES, Walter Albuquerque, acredita que o Estado conseguirá alcançar a cobertura homogênea de 95%, que é recomendada pelo Ministério da Saúde. “Alguns municípios só mandaram informações ao PNI no primeiro dia da campanha (19). Então acreditamos que já foram vacinadas mais crianças do que o percentual que consta oficialmente no sistema de informações”, disse.

Cobertura – Dados do PNI revelam que alguns municípios conseguiram vacinar 100% de suas crianças, como é o caso de Guarabira, Conde, Alhandra, Lucena, Rio Tinto e Bananeiras. O município de Tavares aparece com a menor cobertura, com apenas 23,37% de suas crianças vacinadas. Em seguida, no ranking dos piores resultados, aparecem Santa Rita (com 35,62%), Barra de São Miguel (43,97) e Baía da Traição (54,04), lembrando que alguns desses municípios não estão atualizando seus dados, durante esta semana, no Sistema de Informações do PNI.

“Os pais ou responsáveis por crianças menores de 5 anos de idade que ainda não foram vacinadas, devem fazer isso até esta sexta-feira. Somente atingindo coberturas mínimas de 95% da população-alvo teremos a garantia de que  a doença continuará  sob controle no Estado. O último caso de pólio no Brasil aconteceu em 1989, no município de Sousa. Felizmente a criança se recuperou, mas outras antes dela não tiveram a mesma sorte, porque a poliomielite pode deixar sequelas para o resto da vida e até matar”, lembrou Albuquerque.

Da Assessoria de Imprensa da SES-PB